
A filosofia do professor japonês Masaru Emoto traz para nós uma mirada terna para a água. Seu trabalho é uma chave para compreender eventos referentes à vitalidade da água. Traz a beleza da geometria da água cristalizada e as circunstancias em que cristaliza, das influencias mais sutis às interferências materiais. Aponta o que intuitivamente captamos: águas que passaram por um tratamento e foram química ou fisicamente transformadas têm um menor grau de organização molecular, portanto um a menor vitalidade. Mostrou cristais de água de torneira do mundo inteiro e as comparou com cristais de águas de fontes famosas.
Evidentemente, a água de Londres, reciclada e com sérios problemas de potabilidade devido ao alto nível de hormônio ingerido por seus habitantes, apresentou capacidade de cristalização baixa ou nula. Infelizmente, não houve abertura para o debate, restou a indagação de que mensagem ele deixaria para Brasília que passará pelo mesmo processo que Londres. A questão do reuso da água é delicada. O problema com a concentração de hormônio é um entre diversos problemas relacionados com a diluição de contaminantes que não podemos identificar ou não sabemos seu efeito em longo prazo.

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